Pesquisa da OMS revela que a morte de bebês ainda na barriga tem sido cada vez maior do que a de recém-nascidos

Um estudo que integra o doutorado em saúde pública da norte-americana Kathryn Andrews na Universidade Harvard, dos Estados Unidos, analisou as taxas de mortalidade fetal (a partir de 22 semanas de gestação ou com mais de 500 gramas) e neonatal no estado de São Paulo entre 2010 e 2014. Calculados a partir de dados do Ministério da Saúde, os resultados indicam que 42% dos 645 municípios paulistas têm mortalidade fetal mais alta do que a neonatal (Plos One, 22 de dezembro). Para o estado como um todo, o índice de mortalidade fetal foi de 7,9 a cada mil gestações.

Mas esse número variou muito entre os municípios, indo de 0 a 28 mortes por mil gestações. A taxa de mortalidade neonatal (ocorrida até 28 dias após o parto) para o estado também foi de 7,9 por mil nascidos vivos.

Segundo os autores do artigo, esses números reforçam a ideia de que a taxa de mortalidade fetal (na barriga) pode ultrapassar a neonatal (recém-nascidos) nas próximas décadas no Brasil.

Essa tendência é esperada, dizem os pesquisadores, visto que hoje as políticas públicas focam mais em medidas contra mortalidade infantil e nem tanto na promoção de melhorias no atendimento pré-natal e na redução de comportamentos de risco pelas gestantes.

E porque você deve prestar atenção nisso?

 

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Bruna Collaço - Fundadora Gravidez Sem Complicações

Eu sou Bruna Collaço, enfermeira neonatologista. Atuei durante mais de 8 anos em terapia intensiva neonatal, liderei com centenas de mamães e bebês maravilhosos...

Hoje sou enfermeira e assessora maternal, além de Fundadora do Gravidez Sem Complicações.

A empresa nasceu da minha angústia em ver a dificuldade que muitas mães enfrentavam na gravidez, ao amamentar e nos cuidados diários com seus filhos recém nascidos, visto que para muitas esse é um universo totalmente novo e, normalmente, o novo assusta.

Depoimento

Camila Magalhães - 26 anos

Quando fiquei grávida eu entrei em pânico. Não estava planejado. Não sabia nem por onde começar! O Curso me aliviou 1.000%! Estava segura, completa. Fiz exames que meu próprio Obstetra não recomendou, mas aprendi aqui que deveria fazer e eles foram muito importantes! Quando tive contrações de exercício, não precisei me desesperar, e outra situações também foram contornadas devido aos aprendizados. Só tenho a agradecer! Hoje meu filho nasceu saudável.

Camila Magalhães - 26 anos

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